(41) 3092-4200 Rua da Paz, 195, sala 123, 1º andar, Alto XV

A vitrectomia via pars plana representou uma grande evolução na oftalmologia desde os seus primórdios na década de 70. Por ser uma cirurgia endocular, ou seja, realizada no interior do olho, ela permitiu que casos não solucionáveis pela retinopexia com introflexão escleral (vide tratamentos no site) tornassem-se operáveis. Exemplos de casos que não eram operáveis antes do aparecimento da vitrectomia são cirurgias da mácula, descolamento de retina diabético, descolamentos de retina causados por rasgos ou roturas gigantes e casos onde há forte tração na retina ou opacidade no gel vítreo.

Nos dias de hoje, a vitrectomia é realizada com microincisões, e na grande maioria dos casos, sem pontos ou suturas. Cada uma das incisões realizadas possui menos do que 1 mm de diâmetro, permitindo um olho claro e sem inflamação no pós-operatório. Os aparelhos mais modernos permitem um total controle do olho durante a cirurgia, tornando a cirurgia muito mais segura. Apenas centros especializados podem oferecer ao cirurgião o que há de melhor para este tipo de cirurgia, como boas instalações de centro cirúrgico, microscópios de alta qualidade, aparelhos de última geração, bons produtos de consumo cirúrgico e uma equipe treinada na execução de cirurgias de retina.

Basicamente falando, na vitrectomia o médico resolve os problemas dentro do olho através da manipulação direta da zona afetada, utilizando microinstrumentos de alta tecnologia e precisão, sob visibilização direta.

Dependendo do problema pelo qual o olho está sendo operado, o cirurgião pode realizar fotocoagulação à laser durante a cirurgia, chamada de endolaser. Também em função do caso, pode-se ser necessário implantar-se óleo de silicone ou gás no final do procedimento.

As indicações de vitrectomia vão desde certos descolamentos de retina até hemorragias vítreas, opacidades vítreas, certas complicações de cirurgias de catarata, infecções oculares, retinopatia diabética, buracos de mácula e membranas epirretinianas.

O procedimento é realizado na grande maioria dos casos sob anestesia local com sedação, porém ele também pode ser realizado sob anestesia geral.

Duração: os aparelhos mais modernos tornaram a cirurgia muito rápida. A cirurgia pode durar desde 15 minutos nos casos mais simples até poucas horas em casos de maior complexidade.

Preparo: jejum de 8 horas e dilatação pupilar são necessários. O paciente deve estar acompanhado por um responsável maior de idade.

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