(41) 3092-4200 Rua da Paz, 195, sala 123, 1º andar, Alto XV

O Lucentis, cujo princípio ativo é o Ranibizumabe, é o tratamento considerado padrão, ou seja, é o “gold standard”, nos dias de hoje, para a degeneração macular relacionada à idade do tipo exudativa. Grandes e múltiplos estudos controlados do uso intraocular desta droga foram feitos, com bons resultados tanto na segurança quanto na estabilidade e mesmo na melhora da acuidade visual em boa parte dos pacientes. Para maiores detalhes, consulte www.lucentis.com (em inglês) O Lucentis é um potente anticorpo inibidor de todas as isoformas VEGF. Estudos mostram uma maior penetração do Lucentis no tecido da retina quando comparado ao Avastin, possivelmente devido a suas moléculas serem menores que as do Avastin.

Esta aplicação é realizada através de uma fina agulha (30 gauges de calibre), na parte branca do olho. É muito rápida e o método que é utilizado inclui uma pequena anestesia tópica e local antes da aplicação, garantindo um procedimento indolor.

A medicação permanece dentro da cavidade vítrea, exercendo seu potente efeito diretamente sobre a lesão na mácula durante alguns meses.

Apesar da grande eficácia do Lucentis sobre a membrana neovascular subrretiniana, o grande problema reside no fato de que a medicação possui um efeito autolimitado, ou seja, na maioria dos casos várias aplicações são necessárias para manter a doença sob controle e evitar a perda da visão central. Os estudos clínicos chegam a afirmar que os melhores resultados da utilização do Lucentis se dão com aplicações mensais da droga por pelo menos 2 anos.

Duração: aproximadamente 5 minutos

Preparo: pede-se para que o paciente venha acompanhado. Não há necessidade de dilatação pupilar, nem de jejum.

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